Direção

Ms. Wanessa Dose Bittar

Atualmente, pós graduanda em docência para o ensino profissional e tecnológico, no Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais – Campus Rio Pomba. Mestra na primeira pós-graduação interdisciplinar da América Latina em Artes, Urbanidades e Sustentabilidade pela Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ) ; Especializada em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF); Graduada em Educação Artística pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e técnica em Design pelo Colégio Técnico Universitário (CTU).  Possui formação pelo programa de Educação Empreendedora da Endeavor Brasil (BOTA PRA FAZER); Gestão Cultural através do Programa Pensar a Agir com a Cultura – (FUNALFA) e formação em Economia da Comunhão pela UNIRIO em parceria com a ANPECOM. Possui autoria em prefácio de livro sobre liderança ecológica (pag. 8 à 11 – ISBN 978-65-5922-958-1) , capítulos em livros e artigos publicados nas áreas de planejamento estratégico, comunicação, educação ambiental, cidadania digital, cocriação, semiótica, design e empreendedorismo sustentável somando experiência na área de educação, desenvolvimento e gerenciamento de projetos. Faz parte da equipe editorial da Tríades em Revista: Transversalidades, Design e Linguagens, ISSN: 1984-0071, vinculada à Universidade Federal de Juiz de Fora. Participa como colunista colaboradora do Portal Autossustentável (https://autossustentavel.com/blog). Possui experiência em docência na área de Artes Visuais ministrando aulas para colégio federal e municipal. Foi idealizadora e membro fundadora da Empresa Júnior ASPECTO – IAD/UFJF e participou de diferentes projetos através da Incubadora de Cooperativas Populares da UFJF. Em 2012, teve projeto finalista e publicado no catálogo do 3° Prêmio Sebrae Minas Design, com participação na Bienal Brasileira de Design e no Espaço Design da Feira do Empreendedor em Belo Horizonte. Fez parte da Diretoria do Circuito Turístico Caminho Novo na gestão 2013-2015 e representou o mesmo na Rede de Negócios do Turismo de Juiz de Fora – “Aliança+Eventos”- articulada pelo SEBRAE. Participou da Agência de Desenvolvimento de Juiz de Fora e Região e também do Grupo de trabalho, Desenvolvimento e Inovação na Mata Mineira e Vertentes (GDI). Desde 2014 é provedora de processo de inovação pela iniciativa – Studio Dialeto realizando desenho de programas, articulação de parcerias, curadoria de iniciativas e facilitação de jornadas de formação, serviços de design da informação – especialmente em contextos de utilidade pública, desenvolvimento territorial e inovação sociocultural . Idealizou e realizou o 1°, 2°,  3º , 4º e 5º Encontro de Economia Criativa de Juiz de Fora e o 1º, 2º, 3º, 4º e 5º Encontro de Empreendedorismo Sustentável de Juiz de Fora. Atuou como idealizadora e líder local na Semana da Criatividade e Inovação de Juiz de Fora -2024 a 2026 com os respectivos temas: Cidade Feliz, cidade transformadora: comunidades saudáveis que resultou em um Manifesto Criativo para a cidade de Juiz de Fora – MG;  2025 o tema “Ciclo Virtuoso dos Resíduos: por onde andas?” que resultou na entrega de um relatório sobre o evento e os potenciais do tema para a cidade e em 2026 o tema foi Cidade Resiliente: sentir a cidade e semear, juntos, futuros resilientes que resultou na entrega da Carta JF Resiliente. Idealizadora da Rede Criativa de Juiz de Fora (RECRIA JF) e do encontro de Networking Ambiental desta rede. É líder no comitê de Sustentabilidade no Grupo Mulheres do Brasil – JF. Além de participar no comitê de governança circular em meio ambiente e tecnologias do grupo Renascidade que tem o objetivo de criar modelos que facilitem a transformação da realidade das cidades e do ser humano – o movimento foi criado e inspirado nos Novos Renascimentos do Professor PHD Antônio Marcus Alberti e  hoje congrega membros no Brasil e no exterior. Atualmente, possui projetos experimentais como: o Recriar Ambiental (incentivo a inserção no universo dos ecojogos); o Recria. JF (Rede Criativa de Juiz de Fora com foco em ações de consciência e comportamento pró-ambiental); JF CONECTA (incentivo a coaprendizagem com foco em sustentabilidade), a plataforma Essencial (negociação de usados) e o Programa  Web Cidadania Sustentável  em parceria com o canal Vai Ali, desde 2021, com mais de sessenta entrevistas educativas (elaboração e mediação de entrevistas sobre práticas de sustentabilidade em âmbito local, regional e nacional – recentemente referenciado no livro didático “O ABC da Educação Ambiental no Brasil e o que eu tenho a ver com isso!? pág.38, 40 e 216 / ISBN:978-85-7915-677-9”). Ações que possuem a finalidade de colaborar com a transição para uma sociedade que valoriza a regeneração do nosso meio ambiente através da recreação, do trabalho e da informação.

 

Resumo do Currículo

Wanessa Dose Bittar é mestra na primeira pós-graduação interdisciplinar da América Latina em Artes, Urbanidades e Sustentabilidade pela Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ); estrategista de impacto socioambiental e cultural, criadora de metodologias de articulação territorial e formação, integrando arte, gestão e inovação para fortalecer projetos, instituições e redes colaborativas.

Sua trajetória conecta sensibilidade criativa e estrutura estratégica para transformar ideias em processos viáveis, colaborativos e socialmente relevantes. Trabalha com desenho de programas, articulação de parcerias, curadoria de iniciativas e facilitação de jornadas de formação, especialmente em contextos de utilidade pública, desenvolvimento territorial e inovação sociocultural.

Acredita em modelos de atuação que integram cultura, gestão e responsabilidade coletiva — onde método, afeto e impacto caminham juntos. Contribui com organizações, coletivos e empresas que buscam qualificar projetos, ampliar alcance e gerar valor público consistente.

Interesses de atuação: impacto socioambiental, cultura e território, parcerias intersetoriais, metodologias colaborativas, formação e desenvolvimento de projetos.

 

DECLARAÇÃO DO MEU PROPÓSITO 
 

 
 
Entre Artes, Cidades e Futuros Possíveis

Eu não separo arte de cidade.
Nem sustentabilidade de gente.
Nem projeto de afeto, método e impacto.

Minha trajetória nasce do encontro entre sensibilidade e sistema,
entre o gesto criativo e a responsabilidade coletiva,
entre o fazer artístico e a urgência de reinventar a forma como habitamos o mundo.

Venho das Artes Visuais,
mas aprendi cedo que criar também é planejar,
que imaginar futuros exige engenharia de processos,
e que educar é um ato profundamente político.

Habito o território das urbanidades, onde comunicação, design, educação ambiental e empreendedorismo sustentável se cruzam para gerar sentido, pertencimento e transformação.

Acredito na arte como linguagem de leitura do mundo.
No design como ferramenta de tradução da complexidade.
Na comunicação como prática ética de mediação.
E na sustentabilidade como um modo de existir,
não como discurso, mas como escolha cotidiana.

Minha formação é múltipla porque o mundo é complexo.
Minha atuação é transdisciplinar porque os desafios não cabem em caixinhas.
Minha pesquisa é viva porque nasce do território, das comunidades,
das instituições, das redes e das cidades reais.

Criei, articulei e facilitei espaços onde ideias se tornam ação:
encontros, redes, projetos, plataformas, programas educativos,
experiências que ativam a economia criativa,
o empreendedorismo sustentável,
a inovação social e a cidadania ambiental.

Acredito no aprender fazendo,
no co-criar com,
no liderar servindo,
no inovar com responsabilidade.

Defendo cidades mais felizes,
comunidades mais conscientes,
e sistemas que regeneram.

Trabalho para ampliar repertórios,
desenhar processos de inovação,
traduzir saberes,
ativar redes.

Não me interessa o futuro como promessa distante.
Me interessa o presente em transição.
O agora como laboratório de novos pactos
entre cultura, meio ambiente, trabalho e educação.

Crio porque acredito.
Ensino porque aprendo.
Articulo porque sozinha não basta.
Projeto porque o mundo precisa de intenção.

Minha prática é um convite:
a repensar modelos,
a ressignificar o desenvolvimento,
a transformar cidades em ecossistemas de cuidado,
a reconhecer que sustentabilidade também é cultura,
e que regenerar é, antes de tudo, um gesto humano.

Este não é um ponto de chegada.
É um processo em movimento.

E sigo —
entre artes, cidades e futuros possíveis —
criando caminhos onde o coletivo floresce
e o cuidado vira política cotidiana.

 

Mais informações:

https://www.studiodialeto.com.br/diretora-do-studio-dialeto-publica-estudo-no-livro-perfume-moda-e-cultura/

https://www.studiodialeto.com.br/projeto-empreendedorismo-criativo-conectado/

https://www.studiodialeto.com.br/empreenda-conhecimento/

MANIFESTO- CIDADE FELIZ, CIDADE TRANSFORMADORA

 

Projeto Aberto “Recriar Ambiental” é lançado por Wanessa Bittar